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Santa Catarina,14/02/2026

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Setor de vidros arquitetônicos impulsiona inovação e sustentabilidade na construção civil

Novas tecnologias e métodos de instalação elevam eficiência energética, segurança e estética em obras residenciais e corporativas.

Rede Alcateia
Setor de vidros arquitetônicos impulsiona inovação e sustentabilidade na construção civil Reprodução

O mercado de vidros arquitetônicos ganhou força em 2025 como um dos principais vetores de modernização da construção civil brasileira. De acordo com dados recentes da Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), o consumo nacional de vidros de controle solar e laminados cresceu 15% nos últimos 12 meses, impulsionado por obras de alto padrão e pela demanda por edificações mais sustentáveis. Essa expansão vem acompanhada de investimentos em tecnologia, automação e capacitação profissional, que reposicionam o vidro como um componente estratégico nas novas arquiteturas urbanas.

A tendência se consolida à medida que o setor busca reduzir o impacto ambiental das construções e elevar a eficiência energética dos edifícios. Vidros temperados, insulados e fotocromáticos, antes restritos a grandes empreendimentos corporativos, agora aparecem também em residências e condomínios inteligentes, refletindo uma mudança cultural na forma como o brasileiro enxerga o conforto e a eficiência de sua moradia.

Para discutir os impactos dessa tendência e os desafios da implementação dessas novas tecnologias, consultamos o profissional com longa experiência em vidraçaria e fachadas de vidro, o especialista Petterson Maciel Soares.

“O vidro deixou de ser coadjuvante para assumir papel estratégico em projetos modernos”, afirma Petterson. Segundo ele, o avanço dos vidros arquitetônicos está ligado à maturidade da indústria e à valorização da qualidade. “Hoje, além da estética, os clientes exigem desempenho, isolamento térmico, durabilidade, segurança, manutenção reduzida. Isso demanda técnica, conhecimento e precisão”, explica.

Para Petterson, transformar uma fachada de vidro em um sistema eficiente exige mais do que bons materiais. “É fundamental ter mão de obra qualificada e um processo de instalação rigoroso. Um vidro mal instalado perde diretamente em segurança, eficiência térmica e acústica ou mesmo na durabilidade. A diferença de um resultado mediano para um excelente está nos detalhes da execução”, alerta.

Ele destaca que empresas e profissionais do ramo vêm investindo em capacitação técnica. “Cursos, treinamentos, especializações, esses investimentos elevam o padrão do mercado. Com isso, o setor ganha credibilidade e os consumidores passam a entender o real valor de um bom trabalho em vidro”, comenta. Essa valorização da técnica, segundo ele, ajuda a profissionalizar o segmento e a atrair clientes que buscam mais que preço baixo, querem resultado consistente.

“Vidros com controle solar, sistemas de isolamento e aproveitamento da luz natural ajudam não só no conforto imediato, mas na eficiência energética de longo prazo. Em regiões quentes, isso representa economia na climatização, conforto térmico e menor impacto ambiental, o que agrega valor real ao imóvel.”

Para ele, o momento atual representa uma excelente oportunidade para quem atua no mercado de fachadas e vidraçaria. “Para empreendedores e profissionais qualificados, o cenário é promissor. A demanda existe, a tecnologia está madura, e o cliente valoriza qualidade. Quem souber fazer bem feito vai se destacar.”

À medida que o setor evolui, os desafios persistem, como logística, custo de materiais e manutenção de padrões elevados. Ainda assim, a tendência aponta para um crescimento contínuo: fachadas de vidro, janelas com isolamento, divisórias funcionais e soluções de design com vidro tendem a se tornar cada vez mais comuns em novos empreendimentos.





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